Nosso trabalho é transformar um momento sensível em uma operação jurídica organizada, com estratégia, previsibilidade e proteção.
Definir “quando acabou” de verdade. Isso impacta partilha, dívidas, despesas e até o tom da negociação. O problema usual é provar esse marco.
Muita gente começa “amigável”, mas briga por detalhes (filhos, imóvel, empresa) e o processo vira outra coisa. A decisão errada custa tempo, energia e dinheiro.
Rotinas, regras e tomadas de decisão. Conflitos típicos: escola, mudança de bairro/cidade, religião, telas, médico, viagens, atividades, horários.
Feriados, férias, logística. O acordo “bonito no papel” falha na prática: quem busca/leva, atrasos, eventos, aniversários, viagens.
Valor, forma de pagamento e despesas extras. Briga por “o que entra” (escola, plano de saúde, uniforme, intercâmbio, terapias, esportes) e por prestação de contas.
Dúvidas comuns: duração, necessidade real, transição, retorno ao mercado, padrão de vida e limites.
O que é de quem e por quê. Problemas típicos: bens comprados no casamento, antes, depois, misturados, ou em nome de terceiros.
Quem fica, por quanto tempo e quem paga o quê. Questões recorrentes: uso exclusivo, condomínio, IPTU, manutenção, reformas, aluguel “compensatório” e venda.
Questões importantes que também podem ocorrer: financiamento e consórcios; bens de alto valor e avaliação; empresas, quotas, pró-labore e distribuição de lucros; renda variável e "ativos difíceis"; previdência, planos e benefícios; FGTS e verbas trabalhistas; dívidas: cartões, empréstimos, impostos e passivos ocultos; patrimônio sumindo: transferências, saques, compras, doações, “empréstimos” a parentes, empresas de fachada; contas conjuntas e cartões adicionais; documentos e informação espalhada; violência doméstica, controle e assimetria de poder; exposição, redes sociais e reputação; privacidade digital; pets; nome, documento e vida civil; seguro de vida e beneficiários; cumprimento de acordo depois do divórcio.